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Há 105 anos as empresas do Grupo Energisa trabalham para o
desenvolvimento da sua área de concessão produzindo e distribuindo energia
elétrica de qualidade.
Mas não é só isto que a gente faz. O Grupo
Energisa sabe que a sua missão como agente de desenvolvimento vai muito além de
sua atuação comercial. O apoio à cultura é um desses horizontes de promoção
social que o Grupo Energisa elegeu para sua atuação, por representar
verdadeiramente a possibilidade de transformação e desenvolvimento social. Seja
pela aquisição de novos conhecimentos ou da ampliação da percepção de mundo
através da arte nas suas diversas manifestações.
Em 1985, a Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho,
entidade mantida pela controlada Energisa Minas Gerais (antiga Companhia Força e
Luz Cataguazes-Leopoldina-CFLCL), criou o Museu da Eletricidade, composto por
dois espaços. O Documentário, na Avenida Astolfo Dutra, em Cataguases, e o
Tecnológico, na Usina Maurício, a primeira construída pela Energisa Minas Gerais
em 1908, no município de Leopoldina.
Desde então, várias ações vêm sendo
desenvolvidas, como a criação de núcleos de formação artística, promoção
cultural e desenvolvimento social batizados como Usina Cultural.
A
primeira Usina Cultural nasceu em 1998, em Cataguases, Minas Gerais. O seu
sucesso foi tão grande que o projeto se expandiu para mais oito cidades. Hoje
elas estão presentes também em Leopoldina, Muriaé, Manhuaçu, Ubá, Rio Novo e
Guarani, na área de atendimento da Energisa Minas Gerais; Nova Friburgo, na área
da Energisa Nova Friburgo; Aracaju, na área da Energisa Sergipe e João Pessoa,
na área da Energisa Paraíba.
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| Usina Cultural de Nova Friburgo |
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Usina Cultural de João Pessoa |
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| Usina Cultural de Leopoldina |
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Usina Cultural de Ubá |
Em 1999, foi inaugurado o CTM – Centro das tradições
Mineiras, também em Cataguases, onde atualmente é desenvolvido o projeto "Café
com Pão, Arte Confusão", com o objetivo de ensinar música, dança e artes
plásticas para jovens de bairros da periferia da cidade. O projeto atende a mais
de 1 mil jovens gratuitamente, possibilitando uma nova opção para o crescimento
intelectual e inserção social.
Todos esses núcleos são dotados de completa
infra-estrutura para realização de exposições e apresentações musicais e
teatrais, além de salas de aula e oficinas de arte.
A Usina Cultural é o
reflexo de um novo modelo de visão empresarial preconizado para o novo milênio,
onde o resultado das empresas será também medido pela sua atuação social e
expressam a preocupação do Grupo Energisa em participar da inserção das novas
gerações em um mundo globalizado exigente, atendendo através de bolsas o acesso
democrático ao saber.
O projeto "Energisa faz arte na escola" é outro
exemplo de ação do Grupo Energisa na área cultural. Foi criado com o objetivo de
difundir a cultura sergipana dentro dos estabelecimentos de ensinos do Estado,
não só através de exposição e apresentações artísticas, mas também suprindo as
escolas de material permanente para consulta e pesquisa.
Em dezembro de
2000 foi inaugurada em Aracaju, pela primeira vez, a árvore de Natal da Energisa
Sergipe, provavelmente a mais alta já erguida até hoje. Em 2007 foi instalada
com 110,11 metros de altura, concorrendo, inclusive, no Guiness Book, ao título
de maior árvore de Natal do Mundo.

Os Primeiros Habitantes de Sergipe, do artista plástico sergipano Jenner
Augusto.
O resgate da obra tem como objetivo a preservação da memória
cultural da cidade e possibilitar aos sergipanos apreciar a maior obra de Jenner
em cerâmica, no estado de Sergipe, além de resgatar a lembrança dos primeiros
habitantes de Sergipe, tema muito explorado pelo artista no início dos anos 60,
quando pintou alguns painéis em Aracaju.
Como exemplo, um painel em
cerâmica, pintado em 1961, medindo 7,30 m x 3,35 m, que se encontrava no
terminal de desembarque do antigo aeroporto Santa Maria, desativado desde a
construção do novo terminal aeroportuário de Aracaju, foi cedido para a Energisa
Sergipe sob contrato de comodato, firmado com a Infraero, por 30 anos.
O
Grupo Energisa se sente muito orgulhoso de estar à frente desse novo tempo,
inserido no grupo de empresas que já trabalham de forma a colaborar com o
desenvolvimento de todos os segmentos da sociedade, tendo, inclusive, recebido
por sete vezes consecutivas (2002 a 2009) o prêmio ABRADEE de melhor empresa em
responsabilidade social do setor elétrico.
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